Que mal me tirará o que eu não tenho.

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Nos perigos grandes, o temor É muitas vezes maior que o perigo.

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Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos.

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Basta um frade ruim para dar que falar a um convento.

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Grande parte da saúde é para o doente trabalhar para ser são.

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Quem não sabe a arte, não a estima.

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Vi chorar uns claros olhos Quando deles me partia. Oh! que mágoa! oh! que alegria!

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Tão cedo passa tudo quanto passa

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Sempre por via irá direita Quem do oportuno tempo se aproveita.

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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

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A Morte, que da vida o nó desata, os nós, que dá o Amor, cortar quisera na Ausência, que é contra ele espada fera, e com o Tempo, que tudo desbarata.

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à grandes e gravíssimos perigos!

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Quanto mais pode a fé que a força humana.

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Um não sei quê, que nasce não sei onde,

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Vi já das altas aves a harmonia, Que até aos montes duros convidava A um modo suave de alegria.

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Porque é tamanha bem-aventurança O dar-vos quanto tenho e quanto posso, Que, quanto mais vos pago, mais vos devo.

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Que o de que vive o mundo são mudanças. Mudai, pois, o sentido e o cuidado. Somente amando aquelas esperanças Que duram para sempre com o amado.

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Prometeis, e não cumpris? Pois sem cumprir, tudo é nada. Não sois bem aconselhada; que quem promete, se mente, o que perde não o sente.

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Assi, despois, a descorada rosa, Se reverdece, fica mais fermosa; Assi, despois do Inverno e seus rigores, Se mostra a Primavera com mais flores.

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Eu cantarei de amor tão docemente, Por uns termos em si tão concertados, Que dois mil acidentes namorados Faça sentir ao peito que não sente

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